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PALESTRANTES

Grandes nomes da arquitetura mundial já confirmaram participação como palestrantes no UIA2020RIO. Confira:
ADRIANA LEVISKY
Brasil
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ADRIANA LEVISKY
Brasil
Sócia titular do escritório LEVISKY Arquitetos|Estratégia Urbana, a arquiteta urbanista Adriana Levisky é membro do Conselho Deliberativo da Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura - regional São Paulo (AsBEA-SP); membro da Comissão de Edificações e Uso do Solo (CEUSO); conselheira do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo (CAU/SP); e membro representante da FecomercioSP na Câmara Técnica de Legislação Urbanística (CTLU) e no Conselho de Preservação da Paisagem Urbana (CPPU).
O LEVISKY Arquitetos|Estratégia Urbana é um escritório de projetos arquitetônicos, sobretudo institucionais, nas áreas da educação, da saúde e da cultura, de projetos urbanos e de consultoria estratégica. A partir de uma visão que une criatividade e inovação, elabora soluções e ações específicas relacionadas às questões de legislação urbanística e edilícia, ao desenvolvimento e aprovação de empreendimentos complexos, bem como relacionadas à elaboração de acordos de vizinhança e à viabilização de interlocuções e modelos de cooperação público-privados. Com um portfólio que traz mais de 15 milhões de metros quadrados desenvolvidos em projetos, atualmente o escritório utiliza a tecnologia BIM (em inglês, Building Information Modelling) em muitos projetos, sempre em busca de mais qualidade e eficiência. É reconhecido por uma atuação focada em requalificação dos espaços públicos e privados para a valorização urbana e a melhora da qualidade de vida nas regiões metropolitanas.
Alguns dos seus projetos premiados são: o Senac São Miguel Paulista (finalista no Cityscape Award 2018 e selecionado na Bienal Iberoamericano de Design 2018); o Plano Diretor do Hospital Albert Einstein (Prêmio Melhor da Arquitetura 2011); e a Praça Victor Civita – Museu Aberto da Sustentabilidade (Prêmio IAB 2008).
ADRIANO MASCARENHAS
Brasil
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ADRIANO MASCARENHAS
Brasil
Formado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal da Bahia, Adriano Mascarenhas iniciou sua carreira trabalhando com iluminação de monumentos para uma multinacional francesa. Depois, associou-se ao também arquiteto David Bastos, com quem assinou vários projetos no exterior. Em 2008, fundou o seu próprio escritório, o Sotero Arquitetos, e, além de residências, passou a atuar em projetos de grande escala na área pública e no urbanismo.
É de sua autoria a Casa do Bomba, feita em concreto aparente e encravada no Parque Nacional da Chapada da Diamantina (BA). A obra conquistou o prêmio “O Melhor da Arquitetura 2015”, da revista Arquitetura e Construção, na categoria Casa de Campo, e o Prêmio Asbea 2014, da Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura, na categoria Residências, modalidade Obras Concluídas. Foi também destacada em várias revistas, entre elas a IW Magazine, de Taiwan.
Nos últimos anos, Adriano assinou uma série de intervenções urbanísticas em Salvador. Entre elas, as requalificações da ladeira do Curuzu, do Caminho da Fé e da Colina Sagrada do Senhor do Bonfim, tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
Outro projeto do arquiteto na capital baiana é o Tecnocentro, a sede do governo do Estado no Parque Tecnológico da Bahia - um prédio sustentável, com aproveitamento de água e energia solar. O projeto foi premiado pelo IAB-BA em 2013, recebeu menção honrosa da Asbea e ficou entre os finalistas do prêmio “O Melhor da Arquitetura 2012”.
AL BORDE
Equador
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AL BORDE
Equador
Fundado em Quito, em 2007, o coletivo Al Borde é composto pelos arquitetos David Barragán, Pascual Gangotena, Marialuisa Borja e Esteban Benavides. O grupo enaltece o trabalho social e o envolvimento com as comunidades em que atua. Uma de suas obras de destaque é a Casa en Construcción, projeto de revitalização de um casarão no centro histórico de Quito, onde está instalada a sede do coletivo. Essa obra recebeu o prêmio Panorama Ibero-Americano de Obras, da X Bienal Ibero-Americana de Arquitetura e Urbanismo, realizada em São Paulo, em 2016, além do prêmio Lafarge Holcim Acknowledgement America Latina, em 2014. Em sua trajetória, Al Borde tem conquistado outras inúmeras premiações: em 2012, venceu o Prêmio Schelling de Arquitetura, na Alemanha, e ganhou a Medalha de Reconhecimento Cultural do Equador. No ano seguinte, faturou o Prêmio Mundial de Arquitetura Sustentável em Paris. Em 2014, os arquitetos foram nomeados para o Prêmio Internacional de Arquitetura Jovem Iakov Chernikov em Moscou e, em 2015, para o Design for the Year Award no London Design Museum. Em 2016, eles fizeram parte do comitê de Iakov Chernikov, em Moscou, e do comitê de nomeação para o Mies Crown Hall Americas Prize. E ainda integraram, naquele ano, a seleção oficial da Bienal de Veneza 2016.
ALEJANDRO ECHEVERRI
Colômbia
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ALEJANDRO ECHEVERRI
Colômbia
O colombiano Alejandro Echeverri acredita que todo designer tem uma responsabilidade ética: contribuir para uma sociedade melhor. Apontado pelo jornal “O Globo” como um adepto do “urbanismo social”, Echeverri é conhecido pelas mudanças radicais que promoveu em sua cidade natal, Medellín, onde foi gerente geral da Empresa de Desarrollo Urbano e diretor de Projetos Urbanos da cidade.
Entre 2004 e 2008, ele concebeu um plano de desenvolvimento que priorizou as áreas mais pobres, com a construção de novas escolas e bibliotecas públicas, parques e centros comunitários com belos projetos arquitetônicos, redefinindo a paisagem. Duas dessas novas construções levaram sua assinatura: o Parque Explora Museu de Ciência e Tecnologia e o Centro de Inovação e Negócios, parceria com Emerson Marín. Seu programa urbanístico também conectou essas áreas de baixa renda ao sistema de transportes, incluindo o uso de teleféricos. Em consequência, a violência teve uma redução drástica, áreas antes esquecidas sofreram valorização e o turismo na cidade floresceu.
Em 2010, Alejandro fundou o URBAM, Centro de Estudos Urbanos e Ambientais da Universidade EAFIT (também em Medellín) para investigar as questões urbanas, ambientais e sociais dos países em desenvolvimento com estruturas políticas e institucionais fracas. Ele também atua em design através de seu estúdio, Alejandro Echeverri + Valencia Arquitectos, com foco em projetos com baixo impacto ambiental.
Seu trabalho ganhou o Prêmio Nacional de Arquitetura da Colômbia (SCA) em 1996, o Bienal Pan-Americana de Design Urbano 2008, o Prêmio Curry Stone Design em 2009, o 10º Prêmio Veronica Rudge Green em Design Urbano de Harvard em 2013, o Prêmio Obayashi 2016 entre outros.
ALFREDO BRILLEMBOURG
USA
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ALFREDO BRILLEMBOURG
USA
Nascido em Nova York, Alfredo Brillembourg fundou (1998), em parceria com Hubert Klumpner, o Urban-Think Tank (U-TT), escritório de design interdisciplinar em Caracas (Venezuela) dedicado a pesquisas de alto nível em Arquitetura e Urbanismo contemporâneo em ambientes complexos. Seu foco é a busca de soluções inovadoras para responder a condições urbanas informais e mudanças populacionais dramáticas em cidades por todo o mundo.
Bacharel em Arte e Arquitetura (1984) na Columbia University, onde também fez seu mestrado em Design Arquitetural (1986), Brillembourg obteve uma segunda graduação (1992) na Universidade Central da Venezuela.
O U-TT reúne diferentes expertises de arquitetos, engenheiros civis, profissionais de meio ambiente, arquitetos paisagistas e especialistas em comunicação para buscar soluções inovadoras, porém práticas, para as questões urbanas modernas. Entre seus principais projetos estão o Metrocable (teleférico) de Caracas e modelos de ginásios verticais, além do documentário sobre a Torre David, um edifício de escritórios de 45 andares inacabado em Caracas, que se tornou foco de estudos sobre comunidades verticais informais.
Alfrendo Brillembourg é professor convidado das Universidades José Maria Vargas, Simon Bolívar e Central (todas na Venezuela) e Columbia, em Nova York – onde fundou, junto com Hubert Klumpner, o laboratório de habitação urbana sustentável S.L.U.M. Lab. De 2010 a 2019, Brillembourg e Klumpner foram titulares da cátedra de Arquitetura e Design Urbano do Instituto Suíço de Tecnologia (ETH), em Zurich, que atualmente está sob a responsabilidade apenas de Klumpner.
Como codiretor da U-TT, Brillembourg recebeu vários prêmios: Ralph Erskine Award (2010); Holcim Gold Award for Latin America (2011); Holcim Global Silver Award por contribuições inovadoras para práticas de design social e ecológico (2012); e o Leão de Ouro da Arquitetura da Bienal de Veneza (2012).
ANGELO BUCCI
Brasil
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ANGELO BUCCI
Brasil
Arquiteto, professor e pesquisador, Angelo Bucci é referência da arquitetura paulista contemporânea. Em sua arquitetura é possível notar a influência da Escola Paulista Modernista, cuja simplicidade do traço e o emprego da estrutura aparente são diretrizes na elaboração de projetos nas décadas de 1950 a 1970.
Bucci é autor de projetos como A Casa de Fim de Semana, em São Paulo, e de um inovador edifício de apartamentos em Lugano, na Suíça, com seis andares erguidos num terreno em formato de um polígono irregular com sete lados e cerca de 1.000 m². Atua também como professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU/USP) e como professor visitante de centros internacionais renomados, como Harvard, Massachusetts Institute of Technology (MIT) e Universidade de Veneza.
Com os arquitetos Milton Braga, Fernando de Mello Franco e Marta Moreira, em 1996, funda o escritório MMBB. Datam desse período, os projetos do estacionamento subterrâneo do Trianon, que recebe o prêmio ex-aequo da 4ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo; a reforma da Casa Baeta de Vilanova Artigas e Carlos Cascaldi; e a Casa de Ribeirão Preto.
Sua arquitetura tem caráter experimental, utilizando a estratégia "meio caverna, meio nave", uma característica que permeia seu pensamento e pode ser melhor compreendida no livro “São Paulo, Razões de Arquitetura: da Dissolução dos Edifícios e de Como Atravessar as Paredes”, resultado da tese de doutorado defendida em 2005.
Em 2003 Bucci funda o SPBR, com apoio do arquiteto Álvaro Puntoni, um pequeno escritório que se propõe a "explorar o campo de um possível ainda não realizado". Data desse período o projeto da Midiateca da Pontifícia Universidade Católica, no Rio de Janeiro (PUC/RJ) (ganhador do primeiro prêmio no concurso). Em 2011 torna-se membro honorário do American Institute of Architects (AIA) em Washington. E em 2019 seu escritório ganhou o prêmio de Melhor Obra de Arquitetura pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes) com o projeto do Hospital de Urgências de São Bernardo do Campo.
CARLO RATTI
Itália
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CARLO RATTI
Itália
Em um de seus projetos mais conhecidos, o Digital Water Pavillion (Pavilhão da Água Digital), projetado para Expo 2008 em Zaragoza (Espanha), as paredes do estande são uma cortina de água real que reage aos visitantes, abrindo-se para sua entrada, além de formarem desenhos e palavras, numa interpretação literal do conceito de Arquitetura fluida. Nos Jogos Olímpicos de Londres, ele criou “The Cloud”: um edifício histórico transformado em uma "nuvem" de dados de arte interativa de todo o mundo. O italiano Carlo Ratti é um dos mais importantes arquitetos europeus, conhecido por suas análises e ideias acerca do impacto de novas tecnologias na vida urbana e com mais de 250 artigos científicos publicados.
Diretor do Senseable City Laboratory, do Massachusets Institute of Technology (MIT) – grupo de pesquisa que estuda como as novas tecnologias estão mudando as formas de apreensão, planejamento e vivência das cidades – e cofundador do escritório Carlo Ratti Associati (Turim, Itália, 2004, www.carloratti.com), nosso palestrante já teve trabalhos expostos em vários países, destacando-se a Bienal de Veneza, o Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA), o Museu de Ciência de Londres e o Museu do Design em Barcelona (Espanha).
Dois de seus projetos, o Digital Water Pavilllion de Zaragoza e a Copenhagen Wheel (bicicletas com sensores que, enquanto se pedala, transmitem para uma central pública as condições de tráfego, temperatura, poluição sonora e do ar e umidade relativa, entre outras informações) foram elencados pela revista norte-americana “Time” entre “As melhores invenções do ano”. Ratti também foi incluído pela revista “Wired” na sua “Smart List” das 50 pessoas que mudarão o mundo. E foi citado pela revista “Fast Company” como um dos “50 designers mais influentes da América”.
Atualmente, Carlo Ratti é copresidente do Conselho sobre o Futuro Global do Fórum Econômico Mundial e atua como consultor especial em Inovação Urbana para a Comissão Europeia.
CARLOS ALBERTO MACIEL
Brasil
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CARLOS ALBERTO MACIEL
Brasil
Arquiteto e urbanista, mestre e Doutor pela Escola de Arquitetura da Universidade Federal de Minas Gerais, Carlos Alberto Maciel é sócio fundador do coletivo Arquitetos Associados, com sede em Belo Horizonte, Minas Gerais.
Destacou-se pela atuação em projetos de espaços públicos e museus de arte, dentre os quais estão as galerias Miguel do Rio Branco e Cláudia Andujar, no Centro de Arte Contemporânea Inhotim (Minas Gerais), que conquistaram prêmios nacionais e internacionais.
Em paralelo, atua na área acadêmica como professor de Arquitetura e Urbanismo na EA-UFMG. É autor dos livros “Territórios da Universidade – Permanências e Transformações” e “Arquitetura como infraestrutura”.
ESTUDIO 41
Brasil
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ESTUDIO 41
Brasil
O Estúdio 41 é um escritório de Arquitetura de Curitiba (PR) que nasceu da colaboração entre arquitetos formados pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) interessados na discussão dos problemas da Arquitetura e da cidade através do trabalho de equipe.
Formado atualmente pelos sócios Emerson Vidigal, Eron Costin, Fabio Henrique Faria, João Gabriel Rosa e Martin Kaufer Goic, o coletivo do Estúdio 41 recentemente alçou fama internacional por seu projeto para a nova base do Brasil na Antártica, que ganhou o Concurso Internacional Estação Antártica Comandante Ferraz e mereceu matéria de destaque no jornal “The New York Times”.
O projeto teve que levar em conta condições incríveis, só encontradas naquela região inóspita. Por exemplo, a base é toda suspensa, a 3 metros do solo e longe da neve, para evitar a perda de calor para o solo, com pilares reguláveis para se adaptarem às mudanças de temperatura e degelo. Além disso, seus 17 laboratórios e 4.500 m² de área contam com uma usina eólica e placas de energia solar (reduzindo o impacto ambiental) e suportam temperaturas abaixo de -50°C.
Mas esse coletivo paranaense tem várias outras obras, não apenas no Paraná, boa parte delas projetos para concursos de Arquitetura, que expressam a constante busca do escritório em qualificar a vida, com edificações que potencializam o trabalho, o lazer e o descanso.
Entre seus vários trabalhos, vale destacar a Sede Administrativa da Fecomércio Sesc Senac no Rio Grande do Sul, que ganhou o prêmio Destaque em inovação do 6º Prêmio Saint-Gobain de Arquitetura – Habitat Sustentável, e o projeto para a revitalização da orla do Lago Paranoá, em Brasília, quando o Estúdio 41 venceu 21 outros escritórios concorrentes.
FABIENNE HOELZEL
Suíça
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FABIENNE HOELZEL
Suíça
A experiência de Fabienne Hoelzel na Secretaria Municipal de Habitação (Sehab) do Município de São Paulo, onde coordenou projetos de urbanização para as favelas Jardim São Francisco, Paraisópolis e Cabuçu de Cima em 2012, levou-a à criação, em 2014, do Fabulous Urban, escritório de Design Urbano e Pesquisa com sede em Zurique, Suíça, e filial em Lagos, Nigéria, que trabalha com o foco em regiões de baixo desenvolvimento. Por seu pioneirismo, seu trabalho em São Paulo ganhou o prêmio UN Habitat Scroll of Honor, das Nações Unidas.
Professora de Design Urbano na Stuttgart State Academy of Art and Design desde 2017, Fabienne Hoelzel foi também professora pesquisadora em dois períodos (2008-10 e 2013-17) no Instituto de Design Urbano do Instituto Federal de Tecnologia de Zurique, Suíça (ETH Zurich). Em 2009, Fabienne foi curadora-assistente da 4ª Bienal de Arquitetura de Rotterdam e antes trabalhou no escritório de arquitetura suíço Herzog & de Meuron, de Basel.
O Fabulous Urban participou do Plano de Regeneração do bairro de Makoko, em Lagos, Nigéria, que tem um terço de sua população morando em palafitas. O projeto foi selecionado em 2014 para o Fuller Challenge, do Buckminster Fuller Institute.
De 2014 a 2017, implantou o projeto piloto Makoko Neighbourhood Hotspot, um centro comunitário polivalente com usina de biogás, banheiros comunitários conectados ao biogás e produção de gás de cozinha. Sob encomenda da Heinrich Böll Stiftung Nigéria, Fabienne coordenou e publicou em 2016 (1ª ed.) e em 2018/2019 (2ª ed.) a pesquisa "Processos de planejamento urbano em Lagos – Políticas, leis, instrumentos de planejamento, estratégias e atores de projetos urbanos, desenvolvimento urbano e serviços urbanos na maior cidade da África", realizada em colaboração com pesquisadores locais e estudantes de Urbanismo da Universidade de Lagos.
FERNANDA BARBARA
Brasil
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FERNANDA BARBARA
Brasil
Formada pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (USP), onde também concluiu o mestrado, Fernanda Barbara é sócia fundadora do escritório Una Arquitetos e professora da Escola da Cidade.
Em 2015, foi professora convidada no curso de pós-graduação Des Mutations Urbaines, da École Speciale d'Architecture, em Paris, e, em 2017, conquistou o Diploma de Especialización en Investigación Proyectual, pela Facultad de Arquitectura, Diseño y Urbanismo da Universidad de la República, em Montevideo, no Uruguai.
Participou de seminários internacionais e proferiu palestras em Chicago, Paris, Porto, Lisboa, Querétaro, Santiago, Montevideu, La Plata.
Integrou a equipe curadora da representação brasileira na Bienal Internacional de Veneza, em 2006; foi júri do concurso internacional da Trienal de Arquitetura de Lisboa – Début Award – em 2016; e integrou a equipe de curadores da Bienal Ibero Americana de 2019.
Também recebeu diversos prêmios por projetos e obras construídas, teve projetos publicados em revistas nacionais e internacionais e expôs em quatro edições da Bienal de Arquitetura de Veneza. Em 2018, o Una Arquitetos foi finalista, com quatro projetos, no MCHAP Award de Chicago, Estados Unidos.
Em 2003, integrou a equipe do arquiteto Paulo Mendes da Rocha no projeto para candidatura de São Paulo à sede das Olimpíadas de 2012.
Atualmente é sócia também do escritório UNA Barbara e Valentim, que desenvolve projetos de edifícios de usos misto, exposições e residências, entre outros.
FUENSANTA NIETO
Espanha
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FUENSANTA NIETO
Espanha
Fuensanta Nieto é uma das mais importantes arquitetas espanholas da atualidade, com um invejável histórico de projetos executados, conferências e participações em júris e simpósios de diversas instituições de todo o mundo. Professora de Projetos na Escola de Arquitetura da Universidade Europeia de Madrid e fundadora (1985) da Nieto Sobejano Arquitectos, em sociedade com Enrique Sobejano, com escritórios em Madri e Berlim, Fuensanta formou-se na Escola Técnica Superior de Arquitetura de Madri (ETSAM) e é Master of Science in Building Design pela Graduate School of Architecture and Planning (GSAPP) da Universidade de Columbia de Nova York (USA). De 1986 a 1991, foi codiretora do jornal “Arquitectura”, publicado pelo Colegio Oficial de Arquitectos de Madrid.
Sua carreira é marcada pela conquista de várias obras de vulto em concorrências públicas. Seu primeiro projeto importante foi a ampliação da reitoria da Universidade de Vigo, em 1995. Além dele, é autora de projetos como as moradias SE-30 em Sevilla (1996-2002), que recebeu o prémio Europan VII Bienal A E 2003; e do Palácio de Congressos de Mérida (1999-2004). Desenhou também o Palácio de Congressos de Zaragoza, construído para a celebração da Mostra Internacional Expo 2008. Em Las Palmas, ergueu o Museu do Mar, no Castillo de la Luz, obra que recebeu uma menção especial do júri do Prémio de Arquitectura Espanhola 2015, do Conselho Superior dos Colégios de Arquitetos de Espanha.
Entre suas principais obras, destacam-se os museus Madinat al-Zahra (Córdoba, Espanha), Moritzburg (Halle, Alemanha) e San Telmo (San Sebastián, Espanha); o anexo do Joanneum Museum em Graz (Áustria) e o Centro de Arte Contemporânea em Córdoba (Espanha). O escritório Nieto Sobejano atualmente tem projetos na Alemanha, Espanha, Áustria, Estônia, Marrocos, China, Reino Unido e França.
Os trabalhos do escritório Nieto Sobejano Arquitectos já foram exibidos na Bienal de Veneza em 2000, 2002, 2006 e 2012; no Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA, 2006); na Kunsthaus Graz, Áustria (2008); e na Fundação MAST em Bolonha, Itália (2014). Além disso, recebeu vários prêmios internacionais, entre eles: Prêmio Nacional de Conservação e Restauração da Herança Cultural (2007) e Prêmio Nike (2010), ambos da Associação dos Arquitetos Alemães (BDA); Prêmio Aga Khan de Arquitetura (2010); Piranesi Prix de Rome (2011); Year Award do European Museum (2012); Prêmio Hannes Meyer (2012); e AIA Honorary Fellowship (2015).
GIANCARLO MAZZANTI
Colômbia
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GIANCARLO MAZZANTI
Colômbia
Nascido na cidade portuária de Barranquilla, no Norte da Colômbia, Giancarlo Mazzanti foi o primeiro arquiteto colombiano a ter suas obras na coleção permanente do Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMa) e no Centre Pompidou, em Paris.
Formado pela Universidade Javeriana, na Colômbia, com estudos de pós-graduação em Design e Arquitetura Industrial em Florença, Itália, Mazzanti marcou sua obra arquitetônica por projetos que valorizam as transformações sociais e constroem comunidades. Sua vida profissional foi focada na melhoria da qualidade de vida através do design do ambiente e da ideia de igualdade social.
Seu interesse particular pelos valores sociais levou Mazzanti e sua esposa, a bióloga Laura Jaramillo, a criarem a Horizontal, uma fundação para o desenvolvimento de projetos de Arquitetura e Urbanismo que explorem ferramentas de design colaborativas como tática para alcançar a justiça social, reconhecendo as aspirações do indivíduo e promovendo a interconexão de redes de trabalho local. O trabalho da Horizontal segue quatro eixos: Educação, Justiça, Mudanças Climáticas e Resiliência e Diversidade. Sua visão excede a forma clássica em que o espaço é pensado, com o objetivo de aprimorar a busca por segurança, igualdade, educação, adaptação ambiental e desenvolvimento de capital social.
Giancarlo Mazzanti já ganhou 15 prêmios nacionais e internacionais e é professor visitante em universidades colombianas e nas norte-americanas Harvard, Columbia e Princeton.
GUSTAVO DE OLIVEIRA MARTINS
Brasil
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GUSTAVO DE OLIVEIRA MARTINS
Brasil
Gustavo de Oliveira Martins é mestre em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal Fluminense (UFF-RJ). Em 2000, em virtude do Primeiro Prêmio no concurso de ideias para o Museu do Telephone (atual Oi Futuro, no Rio de Janeiro), fundou o escritório OA – Oficina de Arquitetos ao lado de outros sócios. O escritório acumula mais de vinte premiações nacionais e internacionais, atuando principalmente em projetos institucionais de cunho educacional e cultural, como o Edifício para ANVISA/ PNUD, os complexos culturais Cine Teatro Mussi e Casa Polaski em Santa Catarina, e o Museu da Academia Nacional de Medicina (ANM-RJ).
Atualmente, é professor da Universidade Federal Fluminense e gestor nacional dos cursos de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Estácio de Sá.
GUSTAVO UTRABO
Brasil
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GUSTAVO UTRABO
Brasil
Formado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal do Paraná, em 2010, Gustavo Utrabo atuou na área acadêmica como professor convidado e palestrante em instituições renomadas, como Harvard GSD (Estados Unidos), Illinois Institute of Technology (Estados Unidos), University of Hong Kong (China), Future Architecture Platform (Eslovênia), Royal Institute of British Architects (Inglaterra), dentre outras. Foi fundador do escritório Aleph Zero, em Curitiba, e hoje está à frente do estúdio que leva seu nome, em São Paulo. Entre seus principais prêmios estão o RIBA International Prize (2018), RIBA International Emerging Architect (2018), ArchDaily Building of the Year na categoria Educational Building (2018) e Tomie Ohtake AkzoNobel (2017). Foi também finalista no Prêmio Mies Crown Hall Americas Emerge, do IIT College of Architecture Chicago (2018), terceiro colocado no Prêmio Oscar Niemeyer para Arquitetura Latino-Americana (2018) e finalista no Prêmio Harvard Wheelwright (2018). Seu projeto Moradias Infantis foi incluído na lista das 25 principais obras de arquitetura do século XXI pelo The Guardian.
JANE HALL
Inglaterra
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JANE HALL
Inglaterra
Jane Hall estudou arquitetura no King’s College de Cambridge e no Royal College of Arts, em Londres. Ela foi a primeira pessoa a receber a bolsa de estudos Lina Bo Bardi do Conselho Britânico, em 2013, desenvolvendo uma pesquisa sobre novos modelos da prática de arquitetura no Brasil inspirados pelo trabalho de Lina Bo Bardi, arquiteta modernista que foi um dos maiores ícones do século XX.
Em seu doutorado, aprofundou esse estudo inicial para examinar criticamente as mudanças no papel do arquiteto e os métodos alternativos de design arquitetônico que estão se desenvolvendo.
Membro fundadora do coletivo de design Assemble, que venceu o Prêmio Turner em 2015, ela trabalha com práticas interdisciplinares entre artistas e arquitetos. Também é autora do livro Breaking Ground, Architecture by Women (Phaidon, 2019), que traz uma análise histórica e ilustrativa das contribuições extraordinárias que mulheres ofereceram para a arquitetura a partir de 180 projetos. Trabalhos de Jane sobre espaço público, ocupação e ação coletiva já foram publicados nas revistas Blueprint e Architecture Review.
JÔ VASCONCELLOS
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JÔ VASCONCELLOS
Brasil
Um dos mais conhecidos projetos do escritório que leva seu nome – Jô Vasconcellos & Arquitetos Associados – é o Museu da Cachaça, em Salinas, cidade que é uma das maiores produtoras de cachaça artesanal do país, no Norte de Minas Gerais. Na descrição da obra, o escritório destaca que o Museu, erguido pelo Governo de Minas Gerais, foi projetado para “contribuir significativamente para a transformação do espaço urbano circundante, resgatando desejável área de socialização”. A edificação é descrita como “uma continuidade de volumes que se transformam em uma grande praça convidativa, aberta à comunidade, que resgata o caráter público e confirma o compromisso social que um museu deve conter, acolhendo os cidadãos”.
Mineira de Belo Horizonte, Jô Vasconcellos formou-se na Escola de Arquitetura da UFMG, em 1971, mesma instituição em que um membro de sua família, o arquiteto e historiador Sylvio de Vasconcellos, ocupara a cátedra de Arquitetura no Brasil. Jô especializou-se em Paisagismo e Restauração e Conservação de Monumentos e Conjuntos Históricos, onde se destacou com o grupo 3 Arquitetos, junto a Éolo Maia e Sylvio de Podestá. Além das restaurações, também se destacou em projetos de praças e intervenções em espaços públicos.
No início de suja carreira, Jô participou de diversos concursos e premiações, enquanto iniciava uma longa parceria com Éolo Maia – introdutor da arquitetura pós-moderna no Brasil, no início dos anos 80, com quem ela viria a se casar. Em 1981, monta escritório com Maia e Sylvio de Podestá, com quem já dividia a publicação das revistas “Vão Livre” e “Pampulha”. Naquele período, o trio publicou os livros-jornais "3 Arquitetos" (1982-1985) e ganhou visibilidade no cenário brasileiro e no exterior.
Após o falecimento de Éolo Maia, Jô passa a coordenar o escritório Jô Vasconcellos & Arquitetos Associados onde, além do Museu da Cachaça, realizou outros projetos institucionais, como o Espaço de Conhecimento UFMG, Circuito Cultural Praça da Liberdade e a sede da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, todos em Belo Horizonte. Em 2005-2006, foi responsável ainda pela curadoria da exposição "Éolo Maia: O Vento sobre a Cidade", realizada em Belo Horizonte e em São Paulo.
LUA NITSCHE
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LUA NITSCHE
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Natural de São Paulo. Lua Nitsche formou-se pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, em 1996. Trabalhou com Felipe Crescenti, Isay Weinfeld, André Vainer e Guilherme Paoliello, antes de fundar, em 2001, o seu próprio escritório, Nitsche Arquitetos Associados, com o irmão Pedro Nitsche.
Desde então, seus projetos têm conquistado inúmeros prêmios. Em 2003, a Residência Barra do Sahy venceu o Prêmio Planeta Casa, da revista Casa Cláudia, na categoria Projeto Arquitetônico. A Residência São Francisco Xavier, projeto de 2009, ganhou o 4° Prêmio O Melhor da Arquitetura, na categoria Residência no Campo. O Edifício Comercial João Moura foi reconhecido pelo IAB-SP, em 2012, com o Prêmio Flávio Império, na categoria design, e com o Prêmio de Melhor Obra Construída. O Edifício também rendeu à Lua o Prêmio Jovens Arquitetos, em 2009.
Lua Nitsche também se dedica à área acadêmica: desde 2009, é professora na Escola da Cidade - Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e lá concluiu, em 2015, o curso de pós-gradução “Arquitetura, Educação e Sociedade”.
LUIZ ALBERTO DE OLIVEIRA
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LUIZ ALBERTO DE OLIVEIRA
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Curador Geral do Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, Luiz Alberto de Oliveira programa para este ano as exposições “Cidades e Comunidades” e “Emergência Climática”, ambas integradas à programação temática do UIA2020RIO.
Físico e doutor em Cosmologia, ele tem abordado em suas palestras mais recentes o impacto das mudanças tecnológicas sobre a vida das pessoas e das cidades. Em entrevista recente ao site de notícias UOL, Luis Alberto lembrou que o arado levou 700 anos para ir da China à Espanha, mas hoje a velocidade da disseminação do conhecimento é tão explosiva que “ninguém será capaz de ter conhecimento sobre tudo o que é publicado em física em apenas um dia, é impossível”.
Pesquisador do Instituto de Cosmologia, Relatividade e Astrofísica (ICRA-BR) e do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF/MCTI), onde também atuou como professor de história e Filosofia da Ciência, Luis Alberto é professor, palestrante e consultor de diversas instituições.
Escreveu ensaios para as coletâneas “Tempo e história”, “A crise da razão”, “O avesso da liberdade”, “O homem-máquina”; “Ensaios sobre o medo”, “Mutações: ensaios sobre as novas configurações do mundo”, “Mutações: a condição humana”, “Mutações: a experiência do pensamento”, “Mutações: elogio à preguiça”, “Mutações: o futuro não é mais o que era” e “Mutações: fontes passionais da violência”.
MARCELO FERRAZ
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MARCELO FERRAZ
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Nascido na pequena Carmo de Minas, no sul do estado de Minas Gerais, Marcelo Ferraz mudou-se para São Paulo para cursar Arquitetura na FAU-USP. Formou-se em 1980. Colaborou com Lina Bo Bardi em todos os projetos por ela realizados entre 1977 e 1992, entre eles o do Sesc Pompéia, na capital paulista. Foi também colaborador de Oscar Niemeyer, em 2002.
Em 1977, criou, com Marcelo Suzuki e Francisco Fanucci, o escritório Brasil Arquitetura, atualmente com uma equipe de oito arquitetos. Foi diretor do Instituto Lina Bo e Pietro Maria Bardi e do programa Monumenta, do Ministério da Cultura, para recuperação de cidades históricas.
Na área acadêmica, foi professor convidado na Washington University, nos Estados Unidos. É autor dos livros Arquitetura rural na Serra da Mantiqueira (1992), Lina Bo Bardi (1993) e Arquitetura Conversável (2011).
MARIO FIGUEROA
Brasil
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MARIO FIGUEROA
Brasil
Arquiteto e urbanista formado pela PUC-Campinas (1988) e com Doutorado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP (2002). Foi coordenador na FAAP (São Paulo, SP) de 2013 a 2015. Atuou como professor na Universidade Mackenzie (SP) de 1993 a 2013, onde também criou e coordenou o curso de pós-graduação “O Projeto de Arquitetura para a Cidade Contemporânea”. Desde 2006, é professor na Escola da Cidade e, desde 2017, é professor visitante na UDC (Foz do Iguaçu, Paraná). Prepara para 2020 uma cátedra para o curso de pós-graduação da “Escuela Radical”, no México.
Há mais de 10 anos, tem atuado com frequência como conferencista convidado em eventos acadêmicos e profissionais, no Brasil e em demais países ibero-americanos. Além de premiações e homenagens acadêmicas e profissionais, já obteve 21 prêmios em concursos públicos de Arquitetura e Urbanismo, dois deles internacionais. Suas obras, tanto projetos como ensaios, têm sido publicadas com frequência em distintos idiomas ao redor do mundo.
Alguns dos seus croquis para a criação do Museu da Memória, em Santiago (Chile), estão nas coleções de arquitetura do Centro George Pompidou, de Paris (França), e da Casa da Arquitectura, em Matosinhos (Portugal). Nesses lugares, os croquis foram expostos nas mostras “Permanence et Rupture” (Paris, 2015) e “Infinito Vão” (Matosinhos, 2018-19).
MARTA MOREIRA
Brasil
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MARTA MOREIRA
Brasil
O trabalho de Marta Moreira se destaca no desenvolvimento de projetos públicos e institucionais na área de edificações e urbanismo. Formada pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAUUSP), é professora de projeto na Escola da Cidade desde 2002, onde foi coordenadora do Conselho Técnico, responsável pela organização dos trabalhos e projetos técnicos de interesse da instituição (2014-2018).
Junto com seus sócios Fernando de Mello Franco e Milton Braga, Marta fundou em 1990 o MMBB Arquitetos, responsável por projetos como o Centro Cultural e Recreativo do Esporte Clube Pinheiros, o Complexo de Habitação Social Jardim Edite, a Reurbanização do Córrego do Antonico em Paraisópolis e o Concurso Nacional Bairro Novo, todos em São Paulo. Somem-se a esses o Auditório e Escola de Música em Campos do Jordão (SP), a Escola Pública Campinas F1, em Campinas (SP), e o Concurso Nacional de Projetos para o Pavilhão do Brasil em Sevilla, Espanha, 1991.
Em colaboração com o arquiteto Paulo Mendes da Rocha desde 1995, atuou em projetos como o SESC 24 de Maio (São Paulo/SP); o Museu Nacional dos Coches (Lisboa/Portugal), o Plano Diretor da Universidade de Vigo (Espanha), o Paço Alfândega (Recife/PE), o Poupatempo Itaquera (São Paulo/SP), o Centro Cultural FIESP (São Paulo/SP) e o Terminal de Ônibus D. Pedro II (São Paulo/SP).
Em 2013, Marta foi professora visitante da Facultad Arquitectura y Diseño da Universidad Finis Terrae, em Santiago (Chile). Além disso, entre 1992 e 1995 foi professora da Universidade Braz Cubas, em Mogi das Cruzes (SP).
O NORTE
Brasil
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O NORTE
Brasil
Logo depois de formados na Universidade de Pernambuco, os arquitetos Bruno Lima, Chico Rocha e Lula Marcondes fundaram, em 1998, O Norte – Oficina de Criação. Trata-se de um centro de produção de arquitetura, design, artes visuais e projetos culturais, que busca difundir e enaltecer a arte e a cultura brasileiras, sobretudo das regiões norte e nordeste. O trabalho do grupo vem sendo reconhecido e premiado: a Escola Novo Mangue, por exemplo, venceu, em 2002, um concurso organizado pelo UNICEF e Prefeitura do Recife e rendeu ao escritório o convite para representar o Brasil na 15ª Bienal Internacional de Arquitetura de Veneza, em 2016. O Norte também foi selecionado para participar da V Bienal Ibero-Americana de Arquitetura e Urbanismo, em Montevidéo, Uruguai, em 2006; ganhou o prêmio “Jovens Arquitetos 2004”, pelo IAB-São Paulo e Museu da Casa Brasileira; conquistou o prêmio IAB/PE em 2009, e, em 2010, foi escolhido pela Revista Arquitetura e Urbanismo como um dos 25 escritórios de arquitetura mais promissores no Brasil nos próximos 25 anos.
RAHUL MEHROTRA
Índia
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RAHUL MEHROTRA
Índia
Arquiteto, urbanista e educador, Rahul Mehrotra é também um dos maiores estudiosos da Arquitetura indiana, com vários livros e estudos publicados e trabalho regular junto às comissões de preservação histórica e de questões ambientais de Mumbai (Índia), onde fica seu escritório, o RMA Architects. Seu design está impregnado do conceito de que a Arquitetura e a paisagem urbana da Índia são pluralistas – uma paisagem multiétnica e multicultural que mudou e se misturou ao longo do tempo até o domínio colonial britânico, que gerou o cenário atual de cidades que combinam arranha-céus e favelas.
Professor de Design e Planejamento Urbano no Departamento de Planejamento Urbano e Design da Escola de Design de Harvard, Mehrotra tem projetos que vão de espaços artísticos, butiques e casas de fim de semana até fábricas, instituições sociais e prédios de escritórios por toda a Índia. Entre eles, inclui-se um complexo para 100 elefantes e seus criadores em Jaipur, capital estadual no Norte da Índia.
Nosso palestrante é um incansável autor de livros e trabalhos sobre Arquitetura, Urbanismo e Planejamento Urbano em Mumbai e na Índia em geral, sendo coautor de “Bombay – The cities within”, que abarca a história urbana da cidade de 1600 até o momento. Com base nas recomendações de um de seus estudos publicados (“Conserving an Image Center—The Fort Precinct in Bombay”), a região histórica de Fort foi declarada um santuário de preservação em 1995 – a primeira a receber essa classificação na Índia. Em 2000, ele editou um livro para a UIA para marcar a virada do século intitulado “The Architecture of the 20th Century in the South Asian Region”.
Rahul Mehrotra estudou na Escola de Arquitetura de Ahmedabad e concluiu seu mestrado em Design Urbano com distinção na Escola de Graduação de Design de Harvard (1987). Ele foi diretor executivo (1994-2004) do Instituto de Pesquisa em Design Urbano (UDRI) em Mumbai e hoje é curador da instituição. Também deu aulas na Universidade de Michigan (2003-2007) e na Escola de Arquitetura e Planejamento Urbano do Instituto de Tecnologia de Massachusets/MIT (2007-2010).
RAQUEL ROLNIK
Brasil
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RAQUEL ROLNIK
Brasil
A paulistana Raquel Rolnik é arquiteta, urbanista e professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (USP), onde concluiu a graduação e o mestrado. Cursou ainda o doutorado na Graduate School of Arts and Science, da New York University.
Especialista em políticas habitacionais, planejamento e gestão do território urbano, Rolnik foi relatora especial do Conselho de Direitos Humanos da ONU para o Direito à Moradia Adequada. Também trabalhou como diretora de Planejamento da Cidade de São Paulo, coordenadora de Urbanismo do Instituto Pólis e secretária nacional de Programas Urbanos do Ministério das Cidades, entre outras atividades relacionadas à política urbana e habitacional.
É autora dos livros A Cidade e a Lei, O que é Cidade, Folha Explica: São Paulo e Guerra dos Lugares: a colonização da terra e da moradia na era das finanças.
ROBERTO MOITA
Brasil
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ROBERTO MOITA
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O paraibano Roberto Moita começou a estudar Arquitetura e Urbanismo na Universidade Federal da Paraíba, concluiu sua formação em 1987 na Universidade Federal do Ceará mas foi em Manaus (AM) que fez carreira e se consagrou como um dos arquitetos mais originais no uso misto de madeira da floresta amazônica juntamente com aço e concreto de forma sustentável.
A casa do Sítio Passarim, em Manaus (AM), é um bom exemplo. É uma residência arejada e com piscina num terreno de 7,5 mil m², próxima a um dos grandes igarapés no entorno da capital amazonense. A obra traduz, segundo Moita, uma "urbanidade amazônica", inspirando-se nas formas, cores e materiais da floresta, mas também da cidade – uma convivência harmônica entre habitação e a natureza. Ele combinou o aço para o vigamento dos pisos e da cobertura com a madeira nos grandes pilares à vista, apoiados sobre fundações de concreto. Minimizou o impacto ambiental com fossa e sumidouro em duas células, para melhor absorção e dispersão do material pelo solo arenoso. Canaletas de concreto e seixos captam a água da chuva, que é devolvida ao igarapé. Por sua originalidade, a obra foi finalista da 4ª Bienal Ibero-americana de Arquitetura.
Ex-diretor-presidente do Instituto Municipal de Ordem Social e Planejamento Urbano (Implurb) de Manaus, Roberto Moita tem vários outros projetos originais – como o Container Mall, onde ele juntou 21 conteiners de 20 pés dois a dois para serem utilizados por 12 lojas em dois pisos. Ele também organizou o Casamazônia, mega feira que reuniu 70 estandes e recebeu mais de 15 mil pessoas em agosto de 2019, congregando o melhor em Arquitetura, Design de Interior, Paisagismo e Construção da região amazônica.
ZAIDA MUXI MARTÍNEZ
Argentina
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ZAIDA MUXI MARTÍNEZ
Argentina
Nascida em Buenos Aires, Zaida Muxi formou-se na Faculdade de Arquitetura, Design e Urbanismo da Universidade de Buenos Aires e fez o doutorado na Escola Técnica Superior de Arquitetura de Sevilha. Desde 1990, vive em Barcelona, onde leciona na Escola Técnica Superior de Arquitetura. Foi diretora de Urbanismo do município de Santa Coloma de Gramenet e subdiretora da Escola Técnica Superior de Arquitetura de Barcelona. Trabalhou ainda para a Junta de Andalucía, para a Generalidade de Catalunya e para secretarias de habitação em São Paulo e em Buenos Aires.
Pioneira nos estudos urbanos de gênero, Zaida é co-fundadora do coletivo Col Lectiu Punt 6 e da rede de pesquisa Um día, una arquitecta, que busca dar visibilidade à produção mundial de mulheres na arquitetura. É autora dos livros Mujeres, casas y ciudades – Más allá del umbral e, junto a Josep Maria Montaner, Arquitectura y Política.


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